<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356</id><updated>2011-12-27T08:15:45.962-02:00</updated><category term='arte'/><category term='música'/><category term='cinema'/><title type='text'>Cinesensus</title><subtitle type='html'>Cinesensus

.Cine; do grego "movimento"
.Sensus; do latim "pensamento, sentimento, compreensão"

Um blog sobre arte: cinema, literatura, eventos de arte, e muito mais, construído essencialmente pelo olhar de universitários estudantes de Letras.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-8655329536311895881</id><published>2008-03-24T00:16:00.006-03:00</published><updated>2008-12-10T09:33:37.755-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Ecos "pessoanos" em Dylan.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R-ciwmrggNI/AAAAAAAAAAk/d7xZ6EVwhVc/s1600-h/dylan.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R-ciwmrggNI/AAAAAAAAAAk/d7xZ6EVwhVc/s400/dylan.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181148114725142738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fala-se sobre Rimbaud, porém o poeta que eu vejo presente no filme é Pessoa. Refiro-me a "Não estou lá", o filme do diretor Todd Haynes sobre Bob Dylan. Um filme biográfico, há bastante tempo já, não pressupõe a tradicional lógica de início/meio/fim, como ocorre com a vida biológica de uma pessoa de carne e osso, porém "Não estou lá" subverte totalmente o esperado e é composto por uma forma totalmente fragmentária e anti-padronizada. Seis atores representam Dylan, e ao mesmo tempo que todos são Dylan, ninguém é Dylan. Temos o Dylan poeta, o Dylan fora-da-lei, Dylan profeta e etc, e aí que entra um pouco do aspecto "pessoano" do filme. Até o nome das personagens é outro, e concluí-se que trata-se de Dylan, pois, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bref&lt;/span&gt;, trata-se de uma cinebiografia do próprio, não é mesmo?, e também porque, como recurso da narrativa do filme, temos as músicas sendo tocadas pelas personagens (e mesmo curtas inseridos no filme revelando o conteúdo de algumas das suas letras de música).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diria que o mais impressionante dos Dylans é o representado por Cate Blanchett. Não posso dizer que ela É ele, porém certamente a personagem criada é muito forte e muito interessante (e isto se deve também ao roteiro excelente do filme).&lt;br /&gt;Outro ponto alto do filme (fora a forma como é contado, Blanchett e o roteiro) é a fotografia. O segmento de cada Dylan tem sua própria característica na fotografia também. Temos um segmento vida no interior, com muito sol, natureza e elementos fantásticos, e por outro lado temos um segmento que parece ter vindo direto de um filme do Godard, ou talvez de algum clipe do Pizzicato Five.&lt;br /&gt;E com música boa, falas memoráveis, e vai-e-vem narrativo não-convencional, temos um filme talvez um pouco mais longo do que deveria, e certamente mais próximo de poesia modernista do que de cinema contemporâneo. Ou será isso mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-8655329536311895881?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/8655329536311895881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=8655329536311895881&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8655329536311895881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8655329536311895881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/03/ecos-pessoanos-em-dylan.html' title='Ecos &quot;pessoanos&quot; em Dylan.'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R-ciwmrggNI/AAAAAAAAAAk/d7xZ6EVwhVc/s72-c/dylan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-8654312003051967417</id><published>2008-02-02T23:50:00.001-02:00</published><updated>2008-12-10T09:33:37.990-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>"Freestyle" de fotografia e narrativa.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R6U3gpoQ2eI/AAAAAAAAAAc/GsQ8Lu0WY4c/s1600-h/paran.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R6U3gpoQ2eI/AAAAAAAAAAc/GsQ8Lu0WY4c/s400/paran.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162593581920213474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entre manobras de skate com efeitos de envelhecimento de imagem, minimalismo sonoro conjugado com trilha etérea, e câmera lenta, nos deparamos com o espetáculo que é o filme mais recente do diretor americano Gus Van Sant, "Paranoid Park". Trata-se da história de Alex, um jovem skatista de 16 anos que acaba se envolvendo com a morte de um segurança nos trilhos de um trem próximo ao Paranoid Park: paraíso dos skatistas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vida torta&lt;/span&gt;, drogados, bêbados, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;punks&lt;/span&gt;, órfãos, suicidas, assassinos, dentre outros membros do submundo. A trama gira em torno do impasse de Alex entre viver com a culpa ou revelar a verdade para alguma pessoa e sentir-se mais leve.&lt;br /&gt;Através da vida do rapaz, Gus Van Sant explora vários pormenores da vida dos adolescentes, como namoradas, sexo, família e problemas familiares; e com uma narrativa nunca linear, intercalada por cenas das manobras de skate nas quais o experimentalismo é usado de forma totalmente livre, sendo este um dos detalhes mais interessantes e belos do filme. A câmera, que sempre filma os adolescentes de forma apaixonada e em muitos momentos até erótica, quase sempre simula uma pessoa observando a cena, seja atores do filme, ou mesmo pessoas virtuais, o que adiciona um aspecto psicológico interessante ao filme, visto que trata-se de um crime escondido.&lt;br /&gt;No campo do experimentalismo, o diretor utiliza várias cenas longas que em algum momento perdem o som, ficando apenas a trilha sonora. Skate ao som de música country lamuriosa? Há também uma cena longa na qual Alex toma banho na noite do crime. A cena utiliza iluminações diversas e incomuns, closes incomuns no rosto encoberto de sombra... e até mesmo as gotas pingando do cabelo parecem conspirar para a genialidade cena! É como se o rapaz realmente estivesse aliviando parte de sua culpa com aquela ducha sobre a cabeça. (vale lembrar que o diretor aposta no imprevisto até na escolha do ator que protagonizou o filme, que, na verdade, é um ator totalmente inexperiente a quem Gus deu o papel tendo em mente que gostaria de ter uma personagem-adolescente o mais natural e verossímil possível).&lt;br /&gt;Enfim, deixo a dica para quem quer ver um filme nada convencional; diria que até mesmo no que se esperaria dele ele foge ao convencional, e será difícil duas pessoas assistirem e saírem com a exata mesma idéia do filme - mas certamente devido à alguma mensagem subliminar hipnótica todos se sentirão um pouco skatistas, ou pelo menos algo como isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-8654312003051967417?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/8654312003051967417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=8654312003051967417&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8654312003051967417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8654312003051967417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/02/freestyle-de-fotografia-e-narrativa.html' title='&quot;Freestyle&quot; de fotografia e narrativa.'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R6U3gpoQ2eI/AAAAAAAAAAc/GsQ8Lu0WY4c/s72-c/paran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-4435931244270788210</id><published>2008-02-02T19:23:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T20:28:13.328-02:00</updated><title type='text'>Política, Racismo e Desculpas</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;É &lt;/span&gt;fato que a política só promove bem-estar a quem nela trabalha. Também é certo que os políticos fazem de tudo para suas canalhices acabarem em pizza, mas paciência tem limite!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Durante o anúncio de pedido de demissão da ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, após o escândalo sobre o uso abusivo do cartão de crédito corporativo (R$100 mil em 2007), ela usou duas desculpas para justificar sua “escorregada” que me chocaram.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Primeiro ela disse que foi vítima de má orientação por parte de seus assistentes administrativos. Ora, se ela não sabe as competências das quais ela deve se ocupar como ministra, então ela não tem competência para ser uma. Se perguntarmos a um advogado, a um faxineiro ou a um agricultor sobre o que eles devem ou não fazer dentro de seus respectivos cargos, eles o revelarão sem titubear. Ora, se a situação fosse inversa – se os assistentes tivessem mandado a ministra comprar material para o escritório com o cartão pessoal dela – certamente ela hesitaria.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com o cartão do governo, ela alugou carro para viajar no feriado de Finados (um Astra por R$1500) e pagou até cafezinho (míseros R$4). Dá vontade de falar: “&lt;i style=""&gt;Vem cá, mulher, você não recebe salário não!”.&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segundo, ela disse que a denúncia apenas tomou grandes proporções porque ela está sendo perseguida em razão de sua declaração à BBC sobre o racismo de negros contra brancos. Na ocasião, Matilde disse que considerava uma reação normal o fato de um negro insurgir contra um branco, pois ele guarda a revolta por quase dois séculos de discriminação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a ministra se vê perseguida também por ter se posicionado a favor da legalização do aborto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;Peraí,&lt;/i&gt; a sra. Ministra quer desviar o foco e a origem de seu malogro pra se fazer de vítima? Uma coisa não tem nada a ver com outra e mais uma vez eu digo: uma pessoa (independente de cor, credo ou sexo) que se faz de vítima, diante de um escândalo extremamente escancarado como esse, não merece estar numa posição de liderança, sobretudo numa pasta recém criada pelo presidente Lula e cuja abordagem é um assunto deveras delicado no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Racismo, sra. Matilde, quem faz é o próprio negro contra si mesmo. Ao se submeter a uma posição de vítima, de coitado, de revoltado, ele está se diminuindo e – acima de tudo – perdendo sua dignidade (palavras de quem é negra e já sofreu discriminação, mas que jamais se intimidou com isso). Enquanto acharmos que os negros desse país são vítimas de racismo, nada mudará. A discriminação (seja racial ou outra qualquer) provavelmente sempre existirá, pois a História nos mostra a sua existência desde que os primeiros povos começaram a expandir território. A melhor política de promoção da igualdade racial que poderia existir seria a de acabar com esse Ministério que é a própria admissão da existência de racismo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pra quem não sabe ainda, o conceito de raças já caiu por terra no mundo científico: somos todos de uma única espécie humana – e ‘raça’, aliás, foi um conceito inventado para justificar a doutrina do racismo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ademais, dinheiro público deveria ser usado sempre nos últimos casos. Pagar viagem de ministro para ele ficar de blábláblá em congresso e conferências mundo afora, como se sua função fosse a de pesquisador, e não a de um chefe administrativo/estrategista, é o fim da picada!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-4435931244270788210?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/4435931244270788210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=4435931244270788210&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4435931244270788210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4435931244270788210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/02/poltica-racismo-e-desculpas.html' title='Política, Racismo e Desculpas'/><author><name>FaMa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/StIdYPLh4DI/AAAAAAAAAN4/yZnrbpSwjRg/S220/PICT0054.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-4283784836544066987</id><published>2008-02-02T18:31:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T09:33:38.246-02:00</updated><title type='text'>LONDRES, A CIDADE-MUNDO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Sou apaixonada pelos britânicos desde pequenina. Acho um máximo o jeito sarcástico, &lt;i style=""&gt;porra-louca&lt;/i&gt; e subversivo deles. E &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;adoro &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;o sotaque também. É extremamente cínico: brega sem deixar de ser elegante (à classe lingüista, me desculpe o juízo de valor). E ao me deparar com uma &lt;i style=""&gt;NouvelObs&lt;/i&gt;¹ totalmente dedicada à Londres – lá na &lt;i style=""&gt;Médiathèque&lt;/i&gt; da &lt;i style=""&gt;Maison de France&lt;/i&gt; – não resisti e peguei emprestado pra ler durante as últimas festas. Li a revista toda e achei interessante compartilhar algumas informações&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" style="'width:189.75pt;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" title="Londres nouvelobs"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R6TZV0vZVPI/AAAAAAAAAEg/yYu-ocpXJvg/s1600-h/londresnew.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R6TZV0vZVPI/AAAAAAAAAEg/yYu-ocpXJvg/s320/londresnew.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162490041831347442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;A capa da revista anuncia: trata-se de conhecer a “&lt;i style=""&gt;Ville-Monde&lt;/i&gt;” (&lt;st1:personname productid="em port., Cidade-Mundo" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;port.&lt;/i&gt;, Cidade-Mundo&lt;/st1:personname&gt;). Retrato de uma cidade audaciosa, localizada entre o (V)velho e o (N)novo (M)mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;1ª informação — Por que Cidade-Mundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Há duas respostas: porque Londres é a cidade com o segundo maior número e variedade de estrangeiros no mundo atual (perdendo apenas pra NY) e porque Londres é, neste momento, a cidade mais rica da Europa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Misturando esses dois fatores, veja o que dá: os bilionários do mundo inteiro moram lá: oligarcas russos (donos de indústrias de aço, petróleo, navios, etc.), &lt;i style=""&gt;traders&lt;/i&gt; americanos (negociantes da bolsa), escritores franceses, xeiques árabes, petroleiros indianos, etc. Somente os franceses, são 300 mil que chegam todos os anos na cidade. O resultado é uma população imigrante&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que já representa 35% da pop. total e que cresce rapidamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;2ª informação — Por que todos escolhem Londres?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Porque a cidade transpira dinheiro. Londres é a &lt;u&gt;cidade-dinheiro&lt;/u&gt;, lá estão os melhores restaurantes, a melhor faculdade de moda (o heterodoxo &lt;i style=""&gt;Saint Martin College&lt;/i&gt;, que formou &lt;i style=""&gt;Alexander McQueen&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;John Galliano&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Stella McCartney&lt;/i&gt; – três dos melhores estilistas em atividade no mundo), as principais grifes (&lt;i style=""&gt;D&amp;amp;G&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Givenchy&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Issey Mihyake&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Burberry&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Vivianne Westwood&lt;/i&gt;, etc), a família real mais famosa... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;E sabe por que tem tudo isso lá? Porque Londres está localizada bem no meio do fuso horário (lembre-se do &lt;i style=""&gt;Big Ben&lt;/i&gt;), conseguindo repassar as primeiras respostas sobre os mercados financeiros do planeta: de Tóquio, de Hong Kong, de Paris, de NY, de Bombai, de Moscou. É simplesmente o ponto de intersecção do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Os &lt;i style=""&gt;golden boys&lt;/i&gt; – como são chamados os homens do mercado financeiro londrino que “&lt;i style=""&gt;embilionaram&lt;/i&gt;” com a venda de papéis – não param de crescer. Só em 2006, os 325 mil existentes embolsaram juntos €13,5 bilhões. E isso porque ainda estamos longe das Olimpíadas de 2012 (cuja sede, nem preciso dizer onde será).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3ª informação — Quem são os londrinos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Não há londrinos, mas o morador de Londres, que vive em bairros bem marcados culturalmente – vulgarmente chamados &lt;i style=""&gt;Londongrad&lt;/i&gt; (habitado pelos oligarcas russos), &lt;i style=""&gt;Londonistan&lt;/i&gt; (pelos islamitas), &lt;i style=""&gt;Londonabad &lt;/i&gt;(pelos iranianos), etc. A cidade é um mosaico étnico, acolhendo poloneses, bascos, somalis, bósnios, caribenhos, hindus, irlandeses – vindos aos montes. É o maior painel multi-cultural do mundo. E, a despeito dos ataques terroristas que atemorizam a Inglaterra, é a cidade que melhor recebe imigrantes na Europa, por realmente garantir o acesso aos direitos constitucionais a todos os cidadãos, independentemente de suas origens. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Ao todo, coexistem 50 comunidades, 300 línguas. Há os que, como os bangladeshis, preferem morar a Leste (mais comercial, industrial, região do porto, por onde chegam muitos estrangeiros, e onde se instalam os recém-chegados). Há os que, como os russos e os indianos, preferem o Oeste (mais residencial, abastado e tradicional – é só lembrar da música “&lt;i style=""&gt;West End Girls”&lt;/i&gt;, dos &lt;i style=""&gt;Pet Shop Boys&lt;/i&gt;, sobre as patricinhas vazias e os playboyzinhos drogados). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;4ª informação — O que há de bom lá?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;De tudo, mas pra quem tem dinheiro. Londres tem uma das melhores (e mais luxuosas) vidas noturnas, assim como as filiais das grifes mais caras. Por isso, o revés da cidade está em seu alto custo de vida: uma simples passagem de metrô custa £4 (libras esterlinas, mais valorizada que o euro); um chá da tarde num hotel pode sair por meras £78 (!); um apartamento de &lt;st1:metricconverter productid="2 quartos" st="on"&gt;2 quartos&lt;/st1:metricconverter&gt; no centro da cidade não sai por menos de £3 milhões (!!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;São esses valores que transformam a chegada na cidade numa desilusão. O sonho britânico pára numa palavra: pobreza. Lá não existe pobreza, justamente porque se ignoram os pobres, expulsam-nos para subúrbios/distritos bem ao longe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;A política de &lt;i style=""&gt;Tony Blair&lt;/i&gt; (que embora sendo do partido trabalhista, seguiu à risca o modelo liberalista de &lt;i style=""&gt;Margareth Thatcher&lt;/i&gt;) só aumentou o abismo que separa pessoas como os assalariados condutores de Porsches e Ferraris (assim como os “superfelizes” poloneses de salários a €1180) dos ricaços russos capazes de pagar €8 milhões por um terreno, €10,5 milhões por uma reforma em casa, ou €130 milhões por uma mansão (assim como os &lt;i style=""&gt;goldenboys, &lt;/i&gt;locatários de apartamentos de &lt;st1:metricconverter productid="100 mﾲ" st="on"&gt;100 m²&lt;/st1:metricconverter&gt; a €7500/mês)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;E pensar que, por conta dessa nova leva de bilionários não tão polidos, muitos mordomos (os &lt;i style=""&gt;butlers&lt;/i&gt;) estão abandonando a profissão, fartos e cansados da tanta grosseria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5ª informação — Então, por que todos adoram morar lá, mesmo com tanto sacrifícios?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Porque, além de boas escolas, a vida não é cercada de miséria, esgoto a céu aberto, barracos, chão de terra, fome, canos entupidos de gelo por falta de calefação, filas de ajuda governamental (problemas com os quais até os ricos de países pobres são obrigados a conviver).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Em Londres, ainda que o governo britânico não ajude em quase nada o povo, há uma total abertura política para os imigrantes, que lutam por quebras de preconceitos contra os ‘&lt;i style=""&gt;negros’&lt;/i&gt; (apelido dos que se opõe aos ‘&lt;i style=""&gt;brancos’&lt;/i&gt; e que , por isso, representa também os chineses, os coreanos, os paquistaneses, os indianos). Exemplos? &lt;i style=""&gt;Dawn Butler&lt;/i&gt;, de origem jamaicana, 38 anos, deputada; &lt;i style=""&gt;Sadiq Khan&lt;/i&gt;, origem indiana, deputado; &lt;i style=""&gt;George Galloway&lt;/i&gt;, mestiço de origem &lt;i style=""&gt;bangladeshi&lt;/i&gt;. Todos do partido trabalhista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Aliás, várias pessoas entrevistadas pela revista – inclusive um negro americano – disseram com espanto que nunca viram tanta liberdade em seus países de origem quanto vêem &lt;st1:personname productid="em Londres. Elas" st="on"&gt;em Londres.  Elas&lt;/st1:personname&gt; revelaram que as empresas de lá se importam com o lucro e não com a cor da pele, a origem, o credo ou o diploma de seus funcionários. Para um indivíduo subir na vida, basta ele ter garra, competência e inteligência. Ambição é a palavra de ordem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Entretanto, todos vivem os bastidores do enorme paradoxo político inglês: o governo (para fazer guerra ao terrorismo) restringe a liberdade de todos, sobretudo dos imigrantes – para que a maioria branca se sinta mais livre (considerando que os brancos são os mais queixosos do abandono governamental). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;E a sensação de bem-estar vem justamente através de um sistema econômico desigual, hiper-capitalista, brutal ... e agitado pela tensão das migrações (que, sendo numerosas, camuflam a idéia de racismo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Londres é a cidade paradoxo, a cidade explosiva, a cidade dos combates e também das oportunidades, da riqueza cultural e monetária. No entanto, tudo isso é conseqüência do que Londres realmente é. Ela oferece ao mundo o que a humanidade sempre buscou: &lt;u&gt;liberdade&lt;/u&gt;. E o preço que ela cobra para esse usufruto é &lt;u&gt;tolerância&lt;/u&gt;. É preciso aprender a conviver diariamente com punks cheios de &lt;i style=""&gt;piercings&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;tatoos&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;hyppies&lt;/i&gt;, mendigos em parques, ‘&lt;i style=""&gt;paris hiltons&lt;/i&gt;’ magérrimas e loiríssimas, nerds engravatados do setor financeiro, cientistas sensacionalistas, islâmicos em turbantes e burcas, indianos com suas carrocinhas de hot-dog, ambientalistas e naturebas, escritores eslovenos, artistas irlandeses, advogados chineses, estudantes latinos e japoneses, engenheiros africanos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Sabe o que vislumbro disso tudo: Londres é a própria imagem da modernidade. A cidade é uma terra controlada pelo capital financeiro, um mundo virtual, em que se finge gostar do próximo para poder usufruir do máximo de “civilização” e conforto propiciados pela retenção de riquezas, uma cidade-nação que não tem nacionalidade. Não sei se ela serviria de modelo para algum povo ou se ela realmente está mostrando o futuro da humanidade. A única conclusão a que chego é que somos muito ricos etnologicamente, somos de muitos tipos e, ao mesmo tempo, temos sonhos bem comuns. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Bem, pra quem arranha no Francês, vai uma dica superlegal: a revista edita todas as matérias da edição de papel na Internet. E o melhor é que cada uma pode ser acessada pelo link do título. O chato é que eles não editam as fotos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Vale a pena ler as matérias: &lt;i style=""&gt;Les bonheurs d’une double vie ;&lt;/i&gt; &lt;i style=""&gt;Londres, une ville ouverte &lt;/i&gt;; &lt;i style=""&gt;Les immigrés de Londongrad&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Lady K. O endereço é :&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:&amp;quot;;font-size:11;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://hebdo.nouvelobs.com/hebdo/parution/p20070705/"&gt;http://hebdo.nouvelobs.com/hebdo/parution/p20070705/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;a href="http://hebdo.nouvelobs.com/hebdo/parution/p20070705/"&gt;&lt;http: com="" hebdo="" parution="" p20070705=""&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;*revista hebdomadária francesa Nouvel Observateur (em português, Novo Observador), nº2226, de &lt;st1:metricconverter productid="5 a" st="on"&gt;5 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 11 de julho de 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-4283784836544066987?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/4283784836544066987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=4283784836544066987&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4283784836544066987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4283784836544066987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/02/londres-cidade-mundo-sou-apaixonada.html' title='LONDRES, A CIDADE-MUNDO'/><author><name>FaMa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/StIdYPLh4DI/AAAAAAAAAN4/yZnrbpSwjRg/S220/PICT0054.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R6TZV0vZVPI/AAAAAAAAAEg/yYu-ocpXJvg/s72-c/londresnew.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-884678543838979944</id><published>2008-01-13T23:29:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T09:33:38.602-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Novo, renovado e inovador.</title><content type='html'>Alguns anos atrás, era muito raro encontrar alguém que conhecesse a banda Nightwish aqui no Brasil. A banda, formada em 1996 em Kitee, Finlândia, já estava bastante conhecida por toda a europa e outros países pelo mundo enquanto que no Brasil, apesar de já ter realizado alguns poucos shows, ainda se mantinha desconhecida. Com o lançamento do CD "Once", em 2004 (o sexto álbum da banda), eles se tornaram sucesso instantâneo no Brasil com a música "Nemo", tendo a sorte de ser lançada bem no auge da moda "Evanescence" e "estética gótica", chegando a realizar uma turnê pelo país. A imagem da banda era a vocalista, Tarja Turunen - para mim, uma das maiores vozes do mundo - com seu estilo que mistura formação clássica (ópera) e voz suave. Este CD permitiu ao Nightwish um sucesso absurdo pelo mundo, e justamente quando eles estavam no momento máximo de suas carreiras, em 2005, a banda sofreu uma perda: a saída da vocalista, Tarja Turunen, devido a certos problemas entre os membros que prefiro não entrar em detalhes pois já houve confusão demais por causa disso. Basicamente, como resultado, uma parte dos fãs se dividiu entre os "a favor de Tarja Turunen", e os "a favor do resto da banda".&lt;br /&gt;No início de 2007, o líder da banda, Tuomas Holopainen (compositor e tecladista) divulgou pela internet que, após uma grande seleção, havia sido escolhida a nova vocalista. Seu nome: Anette Olzon. A única na banda a ser estrangeira, de nacionalidade sueca, e com voz e estilo de cantar bem diferente da ex-vocalista, Tarja.&lt;br /&gt;Em setembro, o tão aguardado novo CD da banda, "Dark Passion Play", foi lançado e trouxe com ele um Nightwish bem diferente! O estilo foi renovado: continua o metal sinfônico com melodias que misturam o lirismo do clássico e a agressividade do metal, porém neste CD foram retomadas influências do folk, da música finlandesa e irlandesa de raíz, e digamos que encontramos um estilo mais direto, mais pesado em muitos momentos e mais pop em outros... mistura esta que ficou excelente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R4rdzVxpX7I/AAAAAAAAAAM/5-6gzhA1_V0/s1600-h/200px-Dark_Passion_Play.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R4rdzVxpX7I/AAAAAAAAAAM/5-6gzhA1_V0/s400/200px-Dark_Passion_Play.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155176597567397810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um CD novo em muitos sentidos, pois não se parece muito com os dois anteriores, os causadores do boom de sucesso da banda pelo mundo. A nova vocalista, Anette, surpreende por ser totalmente diferente da ex-vocalista, e faz seu papel muito bem! Já quanto às músicas anteriores da banda, que serão tocadas em shows, há uma certa decepção pelo estilo totalmente diferente que Anette aplica à interpretação das cancões...&lt;br /&gt;Este álbum é o maior da história do Nightwish, e também o mais caro da história da Finlândia (500.000€!!) devido às participações especiais, incluindo a fantástica Orquestra Filarmônica de Londres. A faixa de abertura do disco é também a maior da história da banda, a épica "The Poet and the Pendulum" com seus 13:54min. A música tem conteúdo bem pessoal, tendo sua letra escrita por Tuomas, e fala sobre a dúvida de um poeta quanto à possibilidade de voltar a conseguir escrever após situações traumáticas, e o martírio que representa esta sensação de incapacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele parou de chorar ao fim de cada belo dia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A música que ele escreveu ficou tempo de mais sem silêncio&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Ele foi encontrado nu e morto&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Com um sorriso em seu rosto, uma caneta e 1000 páginas de texto apagado&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música seguinte, "Bye Bye Beautiful", é uma mensagem direta para Tarja Turunen. Fala sobre como ela agiu de forma errada desde o início, e sobre como tudo voltou ao normal, ainda que com séria feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adeus, linda...&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Não é árvore que abandona a flor&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;E sim a flor que abandona a árvore&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Um dia aprenderei a amar estas cicatrizes&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Ainda frescas da lâmina super-aquecida de suas palavras&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;... O quão cega você pode ser, você não percebe...&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;... que o jogador perdeu tudo o que não tem?...&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, não vale a pena ficar falando mais sobre o CD porque a coisa sempre fala melhor por si!... ou seja, dêem uma escutada, ainda que em um primeiro momento o estilo possa parecer desagradável ou barulhento. Vocês podem ter uma ótima surpresa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R4riM1xpX8I/AAAAAAAAAAU/CDhjMBStXqs/s1600-h/night.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R4riM1xpX8I/AAAAAAAAAAU/CDhjMBStXqs/s400/night.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155181433700573122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-884678543838979944?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/884678543838979944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=884678543838979944&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/884678543838979944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/884678543838979944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/01/novo-renovado-e-inovador.html' title='Novo, renovado e inovador.'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TJ-ohn4pa6A/R4rdzVxpX7I/AAAAAAAAAAM/5-6gzhA1_V0/s72-c/200px-Dark_Passion_Play.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-4295687838654049484</id><published>2008-01-13T03:02:00.000-02:00</published><updated>2008-01-13T03:36:07.873-02:00</updated><title type='text'>2007</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Durante o ano, no que se refere ao tema do cinesensus, passei por momentos que chamarei de felizes. Filmes, peças, livros... alguns bastante marcantes. Tanto que vale uma lista indicando os que para mim adquiriram o grau máximo de importância em cada área. Vamos a eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro: &lt;a href="http://shopping.uol.com.br/livros/senhor-ventura-o.html?id=66898&amp;amp;ord=preco&amp;amp;dir=asc"&gt;O Senhor Ventura&lt;/a&gt; de Miguel Torga. O livro não foi lançado em 2007, mas de uma certa forma e sob meu ponto de vista, diria que sim, já que foi o ano em que conheci o português Miguel Torga através dessa obra. Do pouco que conheço do autor, é recorrente em sua escrita o sentido do Homem, cheio de limitações, como o verdadeiro merecedor de admiração, ao invés dos deuses que possuem habilidades especiais. Em &lt;em&gt;O Senhor Ventura&lt;/em&gt; isso fica claro, visto que a personagem principal passa por momentos dificílimos mas, apesar disso, está sempre demonstrando sua força em continuar. Ah! O livro foi lançado em 1943. E minha leitura se deu no centenário de vida de Miguel Torga (1907-1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álbum de música: &lt;a href="http://robertocarlos.globo.com/cgi-bin/robertocarlos/detalhedisco.cgi?ID=00013"&gt;Roberto Carlos – 1971&lt;/a&gt;. Sim, em 2007 esse foi minha melhor aquisição e por vários motivos. Primeiro porque eu gosto de Roberto Carlos; depois porque tem músicas que lembram minha mãe e meu pai (Detalhes) e uma em especial que eu gosto muito de autoria do Caetano (Dois e dois). Além disso, a capa é linda, com o rosto do Roberto desenhado numa arte que não sei identificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filme: &lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/pequena-miss-sunshine/pequena-miss-sunshine.asp"&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/a&gt;. Se a minha memória não me engana, vi esse filme no início do ano... não! Acho que a primeira vez foi no final de 2006, mas tenho certeza que vi mais uma vez em 2007. Enfim, já assisti umas duas vezes no cinema e mais duas em DVD. O bom do filme é a simplicidade em mostrar a relatividade das coisas, principalmente mostrar a importância de assumir o que achamos valioso na vida — e o que achamos valioso, nem sempre, é valioso para os outros. Em resumo, creio que o filme fala sobre identificar o valor das coisas, das que realmente importam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teatro: &lt;a href="http://guiadasemana.uol.com.br/event.asp?/Anjo_Malaquias/ARTES_E_TEATRO/RIO_DE_JANEIRO/&amp;amp;a=1&amp;amp;ID=9&amp;amp;cd_event=30421&amp;amp;cd_city=36"&gt;Anjo Malaquias&lt;/a&gt;; direção de Delson Antunes. Cito essa peça por entender a dificuldade de adaptar o texto literário para o teatro encenado — aqui, na verdade, não se trata de uma adaptação, mas de ser uma peça baseada na obra do poeta Mário Quintana. Esse é um caso em que a transferência de uma linguagem para a outra foi de muito bom tom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Televisão: &lt;a href="http://redeglobo.globo.com/Centraldaperiferia/0,30514,5625-p-225395,00.html"&gt;Central da Periferia&lt;/a&gt;; uma criação da atriz Regina Casé, do antropólogo Hermano Vianna e do diretor de núcleo Guel Arraes. Um programa que era exibido no Fantástico e em edições especiais no sábado com a apresentação da Regina. Muitos dizem que o programa servia para estampar o &lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=376tvq003"&gt;“declínio do povo brasileiro”&lt;/a&gt;, exaltando a pobreza e a violência. Ao meu ver, o que foi exibido nos programas da série é o que realmente há na periferia, ou seja, violência, pobreza, uma gente com necessidades básicas, como cultura, e que com poucas ferramentas — e do seu jeito — faz de forma muito intuitiva sua arte, suas intervenções culturais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Blog: &lt;a href="http://saudadedopapel.zip.net/"&gt;http://saudadedopapel.zip.net/&lt;/a&gt; do poeta multifacetado Arruda. Creio que nada que eu diga sobre o blog vai ser mais contundente do que o próprio. Portanto, só visitando para conferir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Devo ter esquecido algo que mereça consideração; alguma área não abordada — como a exposição que acabo de me lembrar sobre a obra do Guimarães Rosa no MAM, a mesma que abriu o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. De qualquer forma, se assim está, assim vai ficar. Que vocês perdoem minha fraca memória.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-4295687838654049484?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/4295687838654049484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=4295687838654049484&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4295687838654049484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/4295687838654049484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/01/2007-durante-o-ano-no-que-se-refere-ao.html' title='2007'/><author><name>Fabio Jardim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_YMvY5ZtDBMU/R38AEN-wvbI/AAAAAAAAADE/9Lt9mbTCXxQ/S220/eul.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-8916072168746883847</id><published>2008-01-06T00:39:00.001-02:00</published><updated>2008-03-24T00:46:34.712-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Filmes em 2007.</title><content type='html'>Primeiramente preciso deixar claro que está é uma lista breve dos melhores filmes que assisti em 2007, não necessariamente de 2007 e não necessariamente nesta ordem.&lt;br /&gt;Nos cinemas podemos ver uma variedade satisfatória, porém senti falta do cinema coreano e do japonês, o que não ocorreu com o chinês; este, em abundância.&lt;br /&gt;Resolvi fazer um top 10 dos filmes que assisti na tela e fora da tela, de 2007 e anteriores, assim como o faço anualmente como grande admirador da sétima arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img201.imageshack.us/img201/8356/57189570wl5.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img201.imageshack.us/img201/7403/12834114zi5.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img50.imageshack.us/img50/2092/43185133ss5.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img50.imageshack.us/img50/1913/62487016ox8.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img98.imageshack.us/img98/1125/71148748ab2.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img98.imageshack.us/img98/3689/63239117br0.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img98.imageshack.us/img98/3670/40749872qg4.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img181.imageshack.us/img181/4964/85376081ud0.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img181.imageshack.us/img181/281/84196069mh0.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img98.imageshack.us/img98/903/10ok0.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Babel ; Transylvania ; Paris, je t'aime (&lt;i&gt;Paris, te amo&lt;/i&gt;) ; Sie, Jie (&lt;i&gt;Luxúria, Precaução&lt;/i&gt;) ; The Assassination of Jesses James by the Coward Robert Ford (&lt;i&gt;O Assassinato &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;de Jesse James pelo covarde Robert Ford&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;) ; Carreiras ; Shi Gan (&lt;i&gt;Time&lt;/i&gt;) ; Pierrot, le Fou (&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;i&gt;O Demônio das Onze Horas&lt;/i&gt;) ; C.R.A.Z.Y (&lt;i&gt;C.R.A.Z.Y - Loucos de amor&lt;/i&gt;) ; Little Miss Sunshine (&lt;i&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/i&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tudo também tem um lado ruim, uma pequena lista dos filmes que assisti, e não gostei, no ano de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img113.imageshack.us/img113/5026/2bdh8.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img169.imageshack.us/img169/6641/3bpq9.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img143.imageshack.us/img143/3360/4bhg6.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Invasion (&lt;i&gt;Invasores&lt;/i&gt;) ; The Secret (&lt;i&gt;O Segredo&lt;/i&gt;) ; El Búfalo de la Noche (&lt;i&gt;O Búfalo da Noite&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Também excelentes, porém ficaram de fora do top10:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img240.imageshack.us/img240/6749/1cuc6.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img138.imageshack.us/img138/4688/2css3.jpg" /&gt;&lt;img src="http://img240.imageshack.us/img240/9054/3ckm4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Passado ; Tonari no Totoro (&lt;i&gt;Meu Vizinho Totoro&lt;/i&gt;) ; Elephant (&lt;i&gt;Elefante&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quis escrever muito para não perder o caráter de "lista" da postagem, portanto, não falei sobre os filmes para o post não ficar muito extenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto em breve com novidades!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-8916072168746883847?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/8916072168746883847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=8916072168746883847&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8916072168746883847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8916072168746883847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2008/01/filmes-em-2007.html' title='Filmes em 2007.'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-7326159733866614339</id><published>2007-12-25T17:48:00.001-02:00</published><updated>2008-03-24T00:47:08.167-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Passo-a-passo de um drama</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img177.imageshack.us/img177/9118/elephant2mo6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://img177.imageshack.us/img177/9118/elephant2mo6.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O filme "Elefante" de Gus Van Sant teve sua estréia no festival de Cannes de 2003 e acabou levando os prêmios de "Melhor Diretor", "Prêmio de Cinema do Sistema Educacional Nacional Francês" e a "Palma de Ouro"!&lt;br /&gt;Após o tão falado massacre em Columbine, houve o filme de Michael Moore como representante do gênero documentário, e após, Gus Van Sant surge com seu "Elefante" propondo uma narrativa ficcional inspirada no incidente, e, segundo o diretor, feito também como uma forma de "rejeição à narrativa convencional". O filme nos conta o que ocorreu em um dia comum em um colégio. Bem, quase isso."Patricinhas" querendo os namorados das amigas, e almoçando no refeitório sem culpa, para minutos após, vomitar tudo no banheiro. As pessoas comentando sobre um show que ocorreria mais tarde. Garotos humilhando outros garotos, jogando bolas de papel higiênico, dando empurrões violentos e os xingando: e é aí que nos é apresentado Alex, a vítima de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bullying&lt;/span&gt;. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bullying&lt;/span&gt;, principal temática do filme, é mostrado de formas variadas. Até de forma subliminar - há uma personagem (John) que veste uma camisa amarela com a estampa de um touro. E, este dia neste colégio enorme, com organização perfeita, e limpo até demais, é mostrado várias vezes, cada uma se aproximando de certos personagens, e evidenciando "tipos" que se pode encontrar em um ambiente adolescente. Porém, sem se aprofundar em nenhum.&lt;br /&gt;Uma das coisas mais belas no filme é a câmera. Transitando entre os jovens, passando pelos pequenos núcleos de personagens, e passando a perseguir um deles, para que, posteriormente, aquela cena seja retomada e um núcleo diferente seja escolhido. Cada vez que a cena volta, temos um ângulo novo, o que é complexo e brilhante, e totalmente anti-convencional, como disse Van Sant.&lt;br /&gt;As personagens que mais são exploradas são justamente as duas vítimas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bullying &lt;/span&gt;que protagonizam o filme (não preciso ser mais explícito). A mente por trás do incidente, Alex, toca "Für Elise" e "  Piano Sonata No. 14 in C Sharp Minor, No. 2 Moonlight" de Beethoven, ao piano, em seu quarto, enquanto seu amigo joga em seu computador, na cama, um jogo no qual é preciso matar todos os transeuntes inocentes. As outros personagens, bom, são as outras. Transeuntes que pagam por agirem como agem. Com excessão de John - o rapaz loiro da camisa do touro que não é nem vítima de bullying, nem é causador de bullying a ninguém. Não se sabe porque ele é triste, não se sabe porque ele fala com todos, ainda que superficialmente. Não se sabe porque ele anda por toda a escola, e não pára em lugar algum. Creio que, como ele é a primeira personagem a que nós somos apresentados, ele funciona como algo que vem da tradição teatral: ele é um símbolo. Símbolo do próprio bullying, e da juventude superficial. Vaga pelos corredores da narrativa para que o tema possa ser desenvolvido, e é responsável por um último apelo em vão, tornando-se também símbolo da impotência das relações humanas.&lt;br /&gt;Poderia parar por aqui, mas quero remarcar que o filme é interessante por não buscar causas para o incidente - apenas passar pela cena e refletir o clima dos momentos anteriores e do momento do clímax. Clímax que se difere do da tragédia grega basicamente por não permitir um recomeço. Pelo menos algum que seja saudável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-7326159733866614339?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/7326159733866614339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=7326159733866614339&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/7326159733866614339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/7326159733866614339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/12/passo-passo-de-um-drama.html' title='Passo-a-passo de um drama'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-8001880836534774855</id><published>2007-12-25T13:56:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T09:33:38.827-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Dando corda&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bela surpresa a minha em encontrar no bairro de Santa Teresa um lugar dedicado a uma das mais antigas culturas literárias: a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC). Um lugar que nasceu da necessidade de abrigar e apoiar os cordelistas, repentistas etc. E foi com essa finalidade que em 07 de setembro de 1988 foi fundada a ABLC, tendo como presidente o cordelista Gonçalo Ferreira da Silva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Literatura de Cordel chegou ao Brasil através dos portugueses na época colonial e foi fortemente difundida no Nordeste. É chamada dessa forma por se tratar de uma composição poética impressa em folhetos pendurados em barbantes que recebiam, em Portugal — segundo Luís da Câmara Cascudo em seu “Dicionário do Folclore Brasileiro” — o nome de folhas soltas ou folhas volantes, o que na Espanha corresponderia aos pliegos sueltos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante na Literatura de Cordel é o seu caráter popular. Feita basicamente por pessoas simples, o resultado são obras bastante intuitivas, totalmente despojadas de qualquer academicismo frio, dando prioridade à construção elaborada e à métrica e ritmo bem construídos. Além disso, possui raízes fincadas na tradição oral — como na literatura grega clássica — e conta geralmente com ilustrações feitas em xilogravura (técnica de gravura que utiliza como base a madeira talhada e depois pintada para imprimir num dado suporte). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Encontra-se a influência do cordel em vários segmentos da nossa cultura, como o grupo “Cordel do Fogo Encantado” que, na música, é um dos seus maiores representantes, não raro, recitando nos shows alguns cordéis, como o “Ai! Se sêsse!...”, que foi feito pelo poeta Zé da Luz (1904-1965) quando disseram a ele que para falar de amor precisava usar corretamente a Língua Portuguesa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ai! Se sêsse!...&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YMvY5ZtDBMU/R3EqD9-wvZI/AAAAAAAAAC0/w7WQG4cVrLY/s1600-h/borges_luademelpb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147942096726965650" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px" height="320" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YMvY5ZtDBMU/R3EqD9-wvZI/AAAAAAAAAC0/w7WQG4cVrLY/s320/borges_luademelpb.jpg" width="217" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se um dia nós se gostasse;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se um dia nós se queresse&lt;br /&gt;Se nós dois se impariásse,&lt;br /&gt;Se juntinho nós dois vivesse!&lt;br /&gt;Se juntinho nós dois morasse&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se juntinho nós dois drumisse;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se juntinho nós dois morresse!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se pro céu nós assubisse?&lt;br /&gt;Mas porém, se acontecesse&lt;br /&gt;qui São Pêdo não abrisse&lt;br /&gt;as portas do céu e fosse,&lt;br /&gt;te dizê quarqué toulíce?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E se eu me arriminasse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e tu cum eu insistisse,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;prá qui eu me arrezorvesse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e a minha faca puxasse,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e o buxo do céu furasse?...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tarvez qui nós dois ficasse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;tarvez qui nós dois caísse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e o céu furado arriasse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e as virge tôdas fugisse!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beberam também dessa fonte alguns autores consagrados da nossa literatura nacional, onde Gregório de Matos Guerra, Mário de Andrade, Orígenes Lessa e Ariano Suassuna são alguns dos mais conhecidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muito se é falado na decadência e até mesmo na extinção da Literatura de Cordel devido ao progresso tecnológico, mas ao passar poucos minutos na sede da ABLC proseando com o seu presidente, logo se é convencido do contrário, pois o cordel sobreviveu ao advento dos jornais impressos em tipografias; do rádio; da televisão com suas telenovelas; e da internet. Não só sobreviveu a essas tecnologias como também soube conviver muito bem com elas. Hoje a ABLC possui um portal na internet &lt;strong&gt;[www.ablc.com.br]&lt;/strong&gt; de altíssima qualidade que contribui para a divulgação dessa cultura não só no Brasil mas em todo o mundo, e que registra, segundo Gonçalo Ferreira da Silva, aproximadamente 25.000 visitas mensais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para os que apostaram na morte da Literatura de Cordel, o prejuízo certamente é grande, pois ela ganha cada vez mais espaço (até o Japão possui um estande de cordel no Museu Nacional de Kyoto). Está previsto para o início de 2008 (ano em que a ABLC completará 20 anos de existência) a publicação de uma obra em dois volumes contendo uma seleção feita pela própria ABLC de 100 cordéis raros com o apoio da PETROBRAS. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cordel é amplamente acessível, cada folheto custa em média R$ 1,00 e o site pode ser visitado de qualquer lugar conectado à rede. Ela é por muitos conhecida e respeitada, portanto, esse texto pretende prestar serviço não à Literatura de Cordel, mas sim aos que ainda não tiveram oportunidade de conhecê-la. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Academia Brasileira de Literatura de Cordel fica na Rua Leopoldo Fróes, 37 no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro. O telefone é (21) 2232-4801, e fica aberta de segunda a domingo de 9h às 19h.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-8001880836534774855?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/8001880836534774855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=8001880836534774855&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8001880836534774855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8001880836534774855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/12/dando-corda-que-bela-surpresa-minha-em.html' title=''/><author><name>Fabio Jardim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_YMvY5ZtDBMU/R38AEN-wvbI/AAAAAAAAADE/9Lt9mbTCXxQ/S220/eul.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YMvY5ZtDBMU/R3EqD9-wvZI/AAAAAAAAAC0/w7WQG4cVrLY/s72-c/borges_luademelpb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-945113128927933708</id><published>2007-12-22T20:31:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T09:33:38.930-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R22apB9C7FI/AAAAAAAAAEY/RbKO-oHnczw/s1600-h/amy-winehouse_51721.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R22apB9C7FI/AAAAAAAAAEY/RbKO-oHnczw/s400/amy-winehouse_51721.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146939978844138578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Viciada &lt;st1:personname productid="em Vinho Tinto" st="on"&gt;em Vinho Tinto&lt;/st1:personname&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Estou assumidamente apaixonada pela &lt;i style=""&gt;nem tão nova&lt;/i&gt; revelação da Soul Music. A despeito do tão aguardado novo álbum de Alicia Keys e do sucesso de Beyoncé, essa nova estrela não vem do país da Mowtown, mas das Ilhas Britânicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;E não estou falando de &lt;i&gt;Joss Stone&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Lily Allen&lt;/i&gt;, que também são muito boas. Falo da anoréxica e problemática &lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Amy Winehouse&lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Há três anos, eu já havia escutado uma música da moça, mas eu nem desconfiava de que se tratava de uma canção da &lt;i&gt;Wino&lt;/i&gt; (apelido carinhoso dado pela mídia). Somente com o hit &lt;i&gt;Rehab &lt;/i&gt;é que eu fui conhecer a dona da voz poderosa que &lt;i style=""&gt;inebriou&lt;/i&gt; o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Pra quem ainda não escutou um dos álbuns da inglesinha, branca e filha de judeus (pai taxista e mãe farmacêutica), ou que já escutou mas não levou fé, saiba que não é um exagero meu. Simplesmente, a cantora de olhos bem marcados e penteado hiper-volumoso recebeu elogios rasgados e convite de trabalho de ninguém menos que &lt;i&gt;Prince&lt;/i&gt;. Engrossam a lista: P. Diddy, Timbaland, Kanye West e por aí vai. Todos se rendem a Wino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Tanta admiração tem um motivo especial. Na verdade, três: a sua voz é perfeita (ao mesmo tempo aveludada e rouca, forte e sussurrante, atingindo notas agudas e graves poderosos); a sua interpretação vocal é invejável (como se ela brincasse de cantar); e, ao contrário da nova geração de &lt;i style=""&gt;popstars&lt;/i&gt;, que nada compõem, a sua composição é ótima (ela é co-autora ou a única de quase todas as suas músicas). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;As letras são fantásticas. Não se trata daquele romantismo &lt;i&gt;mela-cueca&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;dor-de-cotovelo&lt;/i&gt;. É coisa mais realista, mas "&lt;i&gt;next door&lt;/i&gt;". Ela fala de sensações, mais do que emoções; fala de coisas que costumamos fazer quando estamos tristes, irritados ou de &lt;i&gt;saco cheio&lt;/i&gt;. E, pra isso, lança mão de temas superatuais: a dependência narcótica e a reabilitação, a falta de amigos, o excesso de dinheiro, a aporrinhação da família, as &lt;i style=""&gt;puladas de cerca&lt;/i&gt; do namorado, o vazio intelectual das pessoas, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A única coisa que dispenso em &lt;i style=""&gt;Wino&lt;/i&gt; é a sua tendência suicida, já confidenciada por ela própria. A cantora já foi internada várias vezes em clínicas de reabilitação (que custavam US$15 mil por semana), já foi presa, já sofreu duas overdoses, já tentou se matar várias vezes e, de quebra, ainda é anoréxica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O irmão já implorou pra ela se cuidar, caso queira estar viva nos próximos dois anos. A mãe já fez apelo público na mídia, pedindo pra ela voltar pra casa (depois que ela resolveu se hospedar perto da delegacia onde seu marido, o &lt;i style=""&gt;encrenqueiro &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;cachaceiro &lt;/i&gt;Blake Fielder-Civil&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:10;" &gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; continua detido por quase dois meses). Por conta disso, o pai resolveu ciceroneá-la (ou melhor, vigiá-la) durante suas visitas carcerárias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A moça não sabe escolher boas companhias. Ela tem um histórico de namorados problemáticos e seu mais novo conselheiro e amigo de papo é Pete Doherty, do Babyshambles (viciado em crack e cocaína). E o pior é que ela não se toca: Prince, ao convidá-la pra gravar músicas em seu estúdio caseiro, exigiu que ela fosse sem o marido a tira-colo. E até Noel Gallagher (do Oasis) pediu pra ela parar com essa vida... Só falta Keith Richards entrar no coro também! &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Aliás, espero que ela tenha a mesma sorte deste último, que, mesmo com uma vida super-desregrada, conseguiu chegar aos setenta anos... e trabalhando. Tomara que eu possa vê-la brilhando por muitos anos ainda. O mundo da música carece de entorpecentes como a voz de &lt;i style=""&gt;Wino&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Enfim, deixo de papo e passo para as recomendações. &lt;/span&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;Para&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt; quem ficou curioso, indico 7 músicas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;maravilhosas: ‘&lt;i&gt;Take the box’ &lt;/i&gt;e ‘&lt;i&gt;Stronger than me’ (“Frank” - 2003), ‘Valerie’ (do álbum “Version” de &lt;/i&gt;Mark Ronson)&lt;i&gt;, ‘Back to Black’&lt;/i&gt;, ‘&lt;i&gt;Addicted’&lt;/i&gt; (que é viciante mesmo) , ‘&lt;i&gt;You know i’m no goo’d&lt;/i&gt;, ‘&lt;i&gt;Tears dry on their own’&lt;/i&gt; &lt;i&gt;(todas do album” Back to Black”, de 2006).&lt;/i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Pra finalizar, veja só um trecho traduzido de “Stronger than me”, que é super-hilária:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;"Você deveria ser mais forte que eu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;E mesmo sendo mais duro do que um peru congelado,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Porque você tem sempre que me controlar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Tudo que preciso é que meu homem cumpra seu papel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Você está sempre querendo conversar sério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu estou bem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu sempre tenho que te confortar todo dia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Mas o que você quer que eu faça?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Você é gay?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Porque já me esqueci das alegrias do amor juvenil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Pareço uma senhora&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;E você é meu menino-moça&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;“Ele disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu te respeito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Pensei que você tinha muitas lições pra aprender&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Você não sabe que o amor assume o controle?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;É como se você estivesse lendo sobre isso em algum roteiro chato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu não vou conhecer sua mãe em hora nenhuma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Eu só quero pôr seu corpo sobre o meu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Por favor, me fala porque você acha isso um crime&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;E se você quer mais uma dica, pegue a tradução de &lt;i style=""&gt;Back to Black&lt;/i&gt;...e depois diga o que acha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fato curioso: a doida nasceu no mesmo dia que a minha mãe (14/09) e no mesmo ano que eu (1983)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-945113128927933708?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/945113128927933708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=945113128927933708&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/945113128927933708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/945113128927933708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/12/viciada-em-vinho-tinto-estou.html' title=''/><author><name>FaMa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/StIdYPLh4DI/AAAAAAAAAN4/yZnrbpSwjRg/S220/PICT0054.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/R22apB9C7FI/AAAAAAAAAEY/RbKO-oHnczw/s72-c/amy-winehouse_51721.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-907231889715548153</id><published>2007-12-19T00:46:00.001-02:00</published><updated>2008-03-24T00:47:24.700-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Início/Meios/Fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assisti recentemente ao filme "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford". Confesso que com um pouco de preconceito, porém com uma certa curiosidade. Preconceito, pois trata-se de Brad Pitt no papel principal, e galãs, em geral, não encabeçam projetos dos mais interessantes. E curiosidade, devido ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trailer&lt;/span&gt; - no qual fica bem claro que a proposta do filme é destoante da grande produção cinematográfica recente. A tradição romanesca prega que há, e com valores próximos aos que citarei, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;início&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fim&lt;/span&gt;, tendo-se o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;início&lt;/span&gt; como introdução a um contexto; o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; meio&lt;/span&gt; como continuidade e desenvolvimento de uma história; e o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fim &lt;/span&gt;como o momento do tão aguardado desfecho. O público se habituou a ler (e ver) dando maior importância ao fim do que a todo o resto da narrativa, e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jesse James&lt;/span&gt; está aí para destruir esta lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trailer&lt;/span&gt;, somado ao título do filme (traduzido "literalmente"), produz a noção de que assistiremos um filme com um fim já conhecido, e é aí que se constrói um filme baseado em seus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meios&lt;/span&gt;. Primeiramente, é importante se saber o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt; pelo qual Robert Ford e Jesse James se conheceram. Posto isso é importante se saber o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt; pelo qual eles se tornam próximos (pois o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trailer&lt;/span&gt; evidencia uma cena na qual Jesse e Robert conversam descontraidamente de forma a mostrar a "admiração" de Robert por Jesse). E para terminar, é preciso se conhecer o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt; pelo qual Robert assassina Jesse, e suas condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt; há também o intervalo entre o silêncio total e a verborragia, presente em muitos momentos no filme. O silêncio total indica a passagem do tempo e cria a ambientação, a verborragia tece a narrativa e enriquece a experiência, e o intervalo entre o silêncio total e a verborragia é montado por pequenos sons, jogos de luzes, e rostos que emitem pequenas falas, ainda que geralmente silenciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio &lt;/span&gt;em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio&lt;/span&gt;, chegamos ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fim&lt;/span&gt; - este, já conhecido antes mesmo do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;início&lt;/span&gt;. E o covarde Robert Ford assassina Jesse James, de verdade. Podem acreditar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://img405.imageshack.us/img405/2562/ajjcrfim4.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-907231889715548153?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/907231889715548153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=907231889715548153&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/907231889715548153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/907231889715548153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/12/inciomeiosfim.html' title='Início/Meios/Fim'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-2190715644008655748</id><published>2007-09-16T20:56:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T09:33:39.190-02:00</updated><title type='text'>Arte indigesta</title><content type='html'>&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Sou adepta incondicional do que eu mesma chamo de "&lt;i style=""&gt;a arte soco-no-estômago&lt;/i&gt;". Tratam-se daquelas obras que não apresentam nada de bonitinho logo no primeiro contato, mas que, aos poucos, vão revelando todo a poética e o encanto que não imaginávamos existir dentro delas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Geralmente, é uma arte pouco valorizada ante os demais estilos, por ser irritante e indigesta demais. Parece até que revelam uma violência gratuita, o sexo desnecessário, entretanto ocorre o inverso. A arte soco no estômago escancara o que há de mais sublime na mente humana, o que há de mais essencial em nossa natureza, tudo o que ocultamos em nosso cotidiano ‘jogo de aparências’, tudo aquilo que só revelamos para os íntimos, ou para o espelho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;É justamente esse tipo de produção cultural que prova toda a grandeza da arte, a invenção humana capaz de transformar a crueza e a crueldade da vida em diversão, conhecimento e reflexão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Bem, algumas dessas obras “&lt;i style=""&gt;soco-no-estômago”&lt;/i&gt; estão ao alcance de todos e deveriam ser lidas, assistidas e observadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Na literatura, destaco obras de Rubem Fonseca (leiam &lt;i style=""&gt;Família é uma Merda&lt;/i&gt;), Charles Buchowski e Lima Barreto. Nas plásticas, chamo atenção para Keith Haring e Ron Muek. No cinema, tem Quentin Tarantino (&lt;i style=""&gt;Cães de aluguel&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Pulp Fiction&lt;/i&gt;), os irmãos Cohen (&lt;i style=""&gt;Fargo&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;O grande Lebowski&lt;/i&gt;), Anthony Minghella (&lt;i style=""&gt;O Talentoso Ripley&lt;/i&gt; e O &lt;i style=""&gt;Paciente Inglês&lt;/i&gt;), Eduardo Coutinho (&lt;i style=""&gt;Boca de Lixo&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Edifício Master, &lt;/i&gt;etc.), Spike Lee (&lt;i style=""&gt;A Última Noite&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Faça a Coisa Certa&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" &gt;Ah! E só pra encerrar, (re-)assistam a “&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Assassinos por Natureza&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" &gt;” de Oliver Stone. Esse filme é o pai de &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Pulp Fiction&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" &gt;, &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Jogos Mortais&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" &gt;, etc. Vale a pena, pra quem não sofre de azia. No elenco, ninguém menos que Woody Harelson, Juliette Lewis, Robert Downey Jr. e Tommy Lee Jones. Deixo o link de um site legal falando sobre o filme: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 0, 51);" href="http://www.poppycorn.com.br/artigo.php?tid=330"&gt;http://www.poppycorn.com.br/artigo.php?tid=330&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:trebuchet ms;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/Ru3KvHoLe0I/AAAAAAAAAEQ/B2ZuNw8HTUQ/s1600-h/7assassinos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/Ru3KvHoLe0I/AAAAAAAAAEQ/B2ZuNw8HTUQ/s400/7assassinos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110964062985616194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/Ru3KJHoLezI/AAAAAAAAAEI/vJmTsalbHgQ/s1600-h/7assassinos.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-2190715644008655748?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/2190715644008655748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=2190715644008655748&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/2190715644008655748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/2190715644008655748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/09/arte-indigesta.html' title='Arte indigesta'/><author><name>FaMa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/StIdYPLh4DI/AAAAAAAAAN4/yZnrbpSwjRg/S220/PICT0054.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zh1qTuNbXL4/Ru3KvHoLe0I/AAAAAAAAAEQ/B2ZuNw8HTUQ/s72-c/7assassinos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-8434506007779163624</id><published>2007-09-11T16:51:00.000-03:00</published><updated>2007-09-13T12:59:58.441-03:00</updated><title type='text'>A arte e o mundo-cão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dia 26/09/07 assisti, finalmente, à peça "Os suburbanos", que esteve em temporada especial na Sala Iracema de Alencar, do Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A peça, em cartaz há pouco mais de dois anos, recorre a comédia ao retratar o dia-a-dia do típico suburbano, o que quer que isso signifique.&lt;br /&gt;O grande trunfo da obra, algo comum neste gênero, está no inquestionável talento do reduzido elenco que traz, além do seu autor e também diretor Rodrigo Sant'Anna, Thalita Carauta e Isabelle Marques. Aliás, tanto talento já rendeu frutos para os três que tiveram participações na série global "A diarista", além do papel de Lídia para Thalita Carauta na novela Páginas da Vida, de Manoel Carlos. Há ainda um elenco de apoio: o grupo de pagode "Inspirason", também responsável pela trilha sonora &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ao vivo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Em seis esquetes podemos assistir aos maneirimos, infortúnios e, por que não, o lazer preferido desta gente que acorda cedo, enfrenta transportes públicos lotados, se submete a uma viagem de quilômetros até as praias da Zona Sul só para arriscar dividir a areia com seus ídolos das novelas e dos esportes - do futebol, mais exatamente - e suporta horas de espera à emergência dos hospitais públicos.&lt;br /&gt;O infiel que deixa a mulher em casa e vai para o "pagode" paquerar; as amigas que vão para a praia de Ipanema, besuntadas de loção para clarear pêlos, competindo e se desentendo, até fugirem, sempre juntas, do "arrastão"; a fanática protestante que tem sua virtude posta à prova por um pedinte e pelo ônibus que não pára; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;o casal que, de mala e apetrechos, procura sair da rotina no motel barato; o aperto no trem. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;São todas situações, se não vividas, testemunhadas, mas, certamente, reconhecíveis.&lt;br /&gt;Vez ou outra, nós rimos ou nos irritamos com episódios bastante semelhantes aos apresentados pelos esquetes e, talvez por isso mesmo, seja difícil escapar a um certo desconforto: um tantinho de sentimento de culpa. Culpa, sim, pelo preconceito; o preconceito que nos leva a rir ou nos irritar porque nos consideramos muito distantes de tudo aquilo. No entanto, bem sabemos que, se não passamos por situações como tais, alguém querido as vivenciaram, ou vivenciam.&lt;br /&gt;Nem só de clássicos vivemos nós, em nossos dias ou noites de folga. Assim sendo, divirtam-se!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-8434506007779163624?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/8434506007779163624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=8434506007779163624&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8434506007779163624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/8434506007779163624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/09/arte-e-o-mundo-co.html' title='A arte e o mundo-cão'/><author><name>Flávia S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17695604791495112371</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8603684217121213356.post-7462936105616490814</id><published>2007-09-08T16:48:00.000-03:00</published><updated>2007-09-10T01:54:24.949-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Deviantart.com</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-style: italic; font-size: 10px;"&gt;&lt;/span&gt;Uma primeira postagem pressupõe insegurança, portanto, pretendo não me exceder em palavras para não causar uma má impressão.&lt;br /&gt;Há mais ou menos uns quatro anos tive meu primeiro contato com o site &lt;a href="http://deviantart.com/"&gt;deviantart.com&lt;/a&gt;. Pude perceber em uma rápida análise que se tratava de um site imenso; uma comunidade mundial onde cada membro possui sua própria "galeria" para expor sua arte. Devo confessar que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design &lt;/span&gt;soturno da época não me chamou a atenção, e isto combinado à complexidade da comunidade acabou me afastando. Resultado: só três anos após voltei ao site, e desta vez para ficar. Fiz meu cadastro, abri minha "galeria", e fiquei fascinado. Definitivamente, a comunidade tinha crescido ainda mais, e agora qualquer pessoa, seja um artista renomado (como alguns desenhistas da Marvel Comics, que possuem uma conta no site), um estudante de qualquer arte, ou mesmo um auto-didata, pode se sentir a vontade para participar.&lt;br /&gt;A comunidade abrange desde arte "tradicional" (de acordo com a nomenclatura do site) como pintura a óleo, desenho, fotografia, escultura e serigrafia, até arte digital, como arte vetorial, design de sites, montagens, animações em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flash, pixel-art &lt;/span&gt;e mesmo pinturas digitais (talvez as mais populares da comunidade). Tão eficaz é a comunidade, que até oferece uma categoria, composta por contribuições dos membros, de "tutoriais", ou seja, "guias passo-a-passo" para se aprender a fazer qualquer tipo de coisa. O objetivo é permitir que todos obtenham os meios necessários para se expressar e mostrar um pouco do seu olhar para o mundo.&lt;br /&gt;O site está aí para lembrar que arte não possui barreiras e limitações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://img409.imageshack.us/img409/4640/lfck4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;lover --- finial version by *&lt;a href="http://jiuge.deviantart.com/"&gt;jiuge&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desenho/Arte Digital&lt;br /&gt;Categoria: Fantasia&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8603684217121213356-7462936105616490814?l=cinesensus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinesensus.blogspot.com/feeds/7462936105616490814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8603684217121213356&amp;postID=7462936105616490814&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/7462936105616490814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8603684217121213356/posts/default/7462936105616490814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinesensus.blogspot.com/2007/09/deviantartcom.html' title='Deviantart.com'/><author><name>Pedro Nurmi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03863271900998134070</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://img183.imageshack.us/img183/7484/julienso5.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
